Em março, promovemos uma série de atividades dedicado a Mulheres, o tema foi: A mulher que cuida da sua saúde emocional promove benefícios em toda a sociedade

A força da mulher é algo inquestionável. Mulheres são comprovadamente mais tolerantes a dores e sofrimento emocional, são capazes de realizar diversas tarefas ao mesmo tempo sem falhas, são competentes, racionais e emocionais. Tudo isto ao mesmo tempo, se for necessário.

Há algumas décadas, o lugar reservado à mulher na sociedade era em torno do lar e da criação dos filhos. Elas desenvolveram habilidades, instintos e competências que tornaram possíveis estas tarefas. Aprendemos que mulheres nasceram com instinto materno e que um lar só é possível se cuidado e gerenciado por elas. Até que a casa e os filhos não eram mais suficientes. Mulheres sonharam e buscaram o mundo. Saíram, declararam independência, trabalharam e estudaram. Estas conquistas foram fantásticas, mas infelizmente a cobrança pelo papel de mãe, esposa e dona do lar continuou e continua. Elas ainda enfrentam situações em que são preteridas ou menosprezadas por seu gênero, e a luta por sua liberdade tem grandes custos emocionais e psicológicos.

Sabendo disso, a Harmonie Instituto promoveu ações ao longo do mês de março para dar apoio as mulheres que estão buscando a plenitude a partir do cuidado com a sua saúde emocional. Acreditamos que a mulher tem o direito de ser o melhor de si e nos posicionamos nesta causa. Pelas mulheres e pela sociedade.


Confira a Programação realizada:

Webnar – O conceito de feminino e a transexualidade: Sou mulher trans, mas o que é isso? Sou homem trans, onde devolvo meu feminino? (Evento on-line)

Transexuais e o feminino

Objetivo: A transexualidade é considerada uma possibilidade de gênero em que o indivíduo não se identifica com seu sexo biológico, assumindo outro gênero para sua vivência social. O conceito de masculino e feminino tem origem datada de muitos séculos e suas definições são mais subjetivas quanto menor for a necessidade de visualização dos conceitos, e mais difíceis quando mais a sociedade evolui. Por exemplo: há 100 anos, era fácil identificar o vestuário feminino em comparação com o masculino. Hoje temos vestuários mais fluidos. Mas não precisamos ir 100 anos para trás: muitos de nós já ouvimos que mulheres são sensíveis e dramáticas, que chorar é atitude feminina, inveja, ciúmes, entre outros sentimentos e atitudes. Já evoluímos em muitos sentidos, mas a dúvida ainda permanece: onde está o “ser feminino”?

Em março, relembramos a luta em prol da visibilidade das mulheres. Neste Webinar, tivemos como foco especificamente o feminino, que foi contextualizado e definido. A partir deste conceito, falamos sobre o feminino na população transexual: o que é o feminino para a mulher trans? O que é o feminino para o homem trans? A mulher trans precisa desenvolver o feminino? O homem trans precisa se desligar desta característica? Como é possível lidar, mudar ou exterminar uma característica subjetiva que não sabemos exatamente como funciona ou onde está localizada?

Elis Pena Harmonie

Sobre a Facilitadora:
Elis Pena – Psicóloga graduada na PUC-SP com formação em Coordenação de Grupos pelo Fenô&Grupos. Psicoterapeuta de Grupos no AMTIGOS-iPq-HCFMUSP, onde atende adultos transexuais. Palestrante sobre sexualidade humana e gênero. Consultora em Desenvolvimento Humano em empresas, com embasamento em ludicidade e gamificação, além de especialidade em projetos de Inclusão e Diversidade, Comunicação e Feedback. Na Harmonie, realiza atendimentos clínicos individuais para adolescentes e adultos, utilizando a abordagem fenomenológica-existencial.

Foi realizado em 12 de março e é possível você solicitar a versão online. O valor é de R$25,00. Entre em contato para solicitar: (11) 3492-3278 / 95396-3704  – Clique aqui para enviar mensagem: https://goo.gl/X4yJmn  


Roda de Conversa: “Não é não – o que pode e o que não pode na vida de um casal”

Objetivo: No que tange à sexualidade feminina, muito ainda precisa ser desvelado. A mulher ainda luta para ser dona de seu corpo, de seu desejo, de suas vontades e, mais ainda, luta para que não seja invadida nestas esferas. Os casos que antigamente eram tratados como incidentes, hoje são expostos e denunciados como agressões à sexualidade feminina, muitas vezes acompanhados do mote “não é não”. A mulher tem tido cada vez mais voz e espaço para questionar as imposições de seus parceiros e parceiras, mas ainda é necessário desenvolver a capacidade de posicionamento, argumentação e autodefesa delas.

Nesta roda de conversa conduzida pela psicóloga Elisa Rodrigues, foram questionadas as escolhas da mulher em relação a sua sexualidade. Como lidar com as investidas dos parceiros que não estão de acordo com as vontades e desejos das mulheres?

psicologa-elisa-rodrigues

Sobre a Facilitadora:
Elisa Rodrigues – Psicóloga Clínica, Gestalt-Terapeuta, pós-graduada em Educação Sexual pelo Persona/ Faculdade de Medicina do ABC; títulos de Qualificação em Terapia e Educação Sexual fornecido pela Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (SBRASH); docente do curso de pós-graduação em Educação Sexual da Unisal; (1998-2011); coautora do livro: ” Sexualidade Responsável” lançado pela Editora O Nome da Rosa.
http://lattes.cnpq.br/7889649425511074

 


Oficina – As Deusas e o FemininoAs-Deusas-e-o-Feminino

Objetivo: As Deusas e o feminino é uma oficina que teve o objetivo de que as participantes identificassem seus aspectos femininos e resgatassem a sua Deusa interior. Foi conduzida pela psicóloga Silmara Vicente que é especialista em Psicologia Analítica de Jung.

Na Grécia antiga as mulheres sabiam que estavam sob o domínio de uma deusa a quem veneravam prestando homenagens e oferendas em seus templos, invocando seu auxílio. Estas mesmas deusas, ainda fazem parte da vida da mulher, mas habitam o mundo do inconsciente coletivo como arquétipos (imagens primordiais). Segundo, Carl Gustav Jung, o inconsciente coletivo é a instância psíquica mais profunda que armazena experiências que não são nem pessoais e nem individuais, mas imagens primordiais ou arquetípicas e também os instintos, que não podem ser acessadas quando necessário, entretanto, manifestam-se em sonhos, mitos e fantasias de maneira simbólica. Por isso, no íntimo de toda mulher encontrar-se-ão as deusas. Todavia, em cada mulher, estará uma ou mais deusas ativadas e outras não, e mesmo a ativação terá suas diferenças individuais.

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Sobre a Facilitadora:
Silmara Vicente – Psicóloga; empreendedora; docente de cursos na área de Psicologia Hospitalar e Saúde Mental; palestrante. Coautora do livro “Psicologia sem Fronteiras” lançado em junho de 2017. Participando da coautoria de mais um livro que abordará temas ligados à terceira idade, o qual será lançado no 1°semestre de 2018. – Especialista em Psicologia Hospitalar e da Saúde. Pós-graduada em Gestão da Saúde. – Atuo na área clínica há 20 anos, na abordagem de orientação junguiana, atendendo adultos, adolescentes e terceira idade tanto em psicoterapia individual como em psicoterapia em grupo; atendimentos online e em Home Care (este último para casos em que o paciente se encontra impossibilitado física ou psiquicamente de se deslocar até o consultório) – Desenvolve cursos e palestras na área da Saúde Mental e Psicologia Hospitalar.

 


Palestra: A violência contra a mulher e suas consequênciasA violência contra a mulher e suas consequências

Sobre: Em 2006, foi sancionada a lei de proteção à mulher contra a violência. Antes deste ano, tão recente, os casos eram tratados como situações atenuantes (briga de casal, problemas familiares, educação, entre outros absurdos). Profissionais da saúde mental lidam constantemente com casos de desigualdade e violência de gênero e em diversas situações não estão aptos a realizar atendimento e encaminhamento necessário. Esta palestra trará o contexto histórico social da violência de gênero e fomentará a reflexão crítica destes profissionais com relação a balizadores técnicos e diretrizes éticas.

  1. 1.História e contextualização da desigualdade de gênero
  2. Lei Maria da Penha
  3. A violência contra a mulher e as consequências multifatoriais
  4. Violência e Interdisciplinaridade
  5. O atendimento multidisciplinar
  6. O atendimento psicológico
  7. Diretrizes éticas
  8. Rede de encaminhamentos

 

Sobre a Facilitadora:
Maria de Lourdes Gurian – Psicóloga Clínica especialista em Psicoterapia Cognitivo Comportamental. Pesquisadora e Mestranda pela Unifesp – Psiquiatria. Docente e Supervisora Clínica do Centro de Estudos em Psicoterapia Cognitivo Comportamental e também na Harmonie Instituto. Foi Psicóloga do CRAVI – Centro de Referência e Apoio à Vítimas, Coordenadora e Supervisora de Atendimento e Prevenção à Violência contra a Mulher, pela SMPM.

 

Público Alvo: Psicólogos e Estudantes de Psicologia
Data:
 17 de março

Horário: das 09:00hs às 13:00hs
Local: Harmonie Instituto – Rua Itapura, 414
Inscrição: https://goo.gl/jPu3cu
Investimento: R$100,00

Informações e Inscrições: (11) 3492-3278 / 953963704 – Clique aqui para enviar mensagem: https://goo.gl/X4yJmn  


Vivência – Descobrindo a mulher que posso ser sob a luz de Demeter

Objetivo: Toda mulher em algum momento, ou quase sempre já se sentiu incompetente. E este sentimento desperta o questionamento: Será que estou olhando para o que faço ou para o que acredito que deveria ser feito? E aquilo que acredito que deveria ser feito, é porque a mídia disse, a família disse, o blog disse?

Nessa hora em que nos sentimos aniquiladas porque não atendemos todos os itens das nossas expectativas é preciso um pouco de generosidade e paciência com nós mesmos.

Nesse encontro temático abordamos a história da Deusa da Mitologia Grega Demeter, que reflete a experiência da maternidade que não está restrita à gestação, nascimento e aleitamento, mas também à descoberta do corpo como algo precioso e que merece cuidados e atenção. É a conscientização de sermos parte da natureza, de estarmos ligados à vida natural e apreciar os prazeres da vida diária que nos faz ser generosas conosco.

Se não temos Deméter dentro de nós não podemos gerar, dar frutos, pois esse é o aspecto que nos faz ter paciência para esperar que as coisas amadureçam e assim podemos agir. É saber respeitar os limites da realidade. Deméter é sábia e sua sabedoria vem da natureza que se movimenta em ciclos e sabe que deve esperar pois tudo amadurece na hora certa.

thais vega harmonie

Sobre as Facilitadoras:
Thais Vega – Psicóloga clínica e organizacional. É também Coach de Carreiras. Atua com orientação profissional/vocacional para adolescentes e adultos. Possuí especialização em Psicodrama e atualmente estuda Psicologia Analítica de Carl G Jung. Realiza diversas palestras e Workshop sobre Gestão de Carreira, tempo e empregabilidade tanto na Harmonie quanto em empresas.

 

Mônica Chagas – Formação em Psicologia pela Universidade São Judas Tadeu. Curso de Extensão – Introdução a Jung na Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica. Pós-Graduação – Jung e Corpo – Instituto Sedes Sapiente. Curso de formação em Watsu – Escola Takeda.

 

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